sexta-feira, 26 de novembro de 2010

A Mariposa de Fogo


Editorial Agartha, 2008, 344 p., 44,00
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Toda a tradição tolteca está tingida pela idéia da dualidade –algo tipicamente ocidental, sendo talvez para eles a mais importante delas a dualidade existente entre o homem e o infinito
O trabalho tolteca tinha também esta expressão de dualidade no Regulamento do Nagual, onde aparece o mestre e seus guerreiros.
A rigor, o que se oferece nestas páginas é o plano de trabalho integrado entre a Humanidade e a Hierarquia na Nova Era, empregando nisto algumas das importantes fontes de ensinamentos místicos atuais (especialmente Castañeda), ao lado de informes acadêmicos e ainda de elementos originais. Tudo isto faz parte de um quadro cultural de integração e de renovação, expresso nas profecias de muitos povos e dos próprios toltecas, antigos e modernos.
Nossa primeira intenção, é oferecer um compêndio didático, sem pretender substituir as fontes, mas facilitando o acesso a elas, e até complementá-las na medida do possível, podendo ser usado também como um manual de xamanismo telúrico e cósmico (conforme as suas duas grandes divisões); fornecendo também suficiente informação histórica para embasar as novas propostas.
Nisto, as menções às antigas mitologias nahuas e, eventualmente, aos símbolos de outras culturas, servem para ilustrar os princípios tradicionais e confirmar o treinamento tolteca, sem pretender abarcar toda a possível gama de correspondências e analogias existentes entre, os Sete Raios da Consciência e as “transformações de Quetzalcóatl”, por exemplo, ou entre as energias elementais e os “vários Tezcatlipocas”.
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Do Prefácio da obra "A Mariposa de Fogo", Luís A. W. Salvi.

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