sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Crise, Regeneração & Evolução do Estado


Editorial Agartha, 2009, 384 p., R$ 46,00
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A constituição do Estado é, talvez, uma das mais importantes questões para o homem atual, face as dificuldades para conhecer o verdadeiro significado desta instituição, dada sua antiguidade e complexidade. As reformas nem sempre levam em contra a profundidade da estruturas culturais, então o que temos é uma solução imperfeita, tendenciosa ou, na melhor das hipóteses, medíocre. Por coisas assim é que, em mais de cem anos de República, o Brasil teve apenas três processos sucessórios normais.
Mais uma vez, estamos num período de renovação de instituições, de modo que não se trata apenas de restaurar o antigo. Ainda assim, é importante conhecer o seu histórico e recuperar um mínimo de seus valores, considerando que será necessariamente usado como base para o futuro. Sobre elas estaremos preparados para o novo, cuja natureza também já se delineia claramente em nossos dias, sob todos os seus aspectos, inclusive geográfico e espiritual.
Quando o Estado perde o seu caráter de númeno (inverso do fenômeno), passa naturalmente a receber críticas da sociedade. Então a Estrela-de-cinco-pontas perde a sua luminosidade, merecendo ser representada senão de forma invertida (símbolo da Loja Negra), ao menos de cor negra. Porém, apenas uma parte desta crítica é justa (redundando numa depuração), sendo a outra parte cínica (“liberais”), e ainda uma terceira é ingênua (“anarquistas”).
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Do Prefácio da obra "Crise, Regeneração & Evolução do Estado", Luís A. W. Salvi.

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A Mariposa de Fogo


Editorial Agartha, 2008, 344 p., 44,00
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Toda a tradição tolteca está tingida pela idéia da dualidade –algo tipicamente ocidental, sendo talvez para eles a mais importante delas a dualidade existente entre o homem e o infinito
O trabalho tolteca tinha também esta expressão de dualidade no Regulamento do Nagual, onde aparece o mestre e seus guerreiros.
A rigor, o que se oferece nestas páginas é o plano de trabalho integrado entre a Humanidade e a Hierarquia na Nova Era, empregando nisto algumas das importantes fontes de ensinamentos místicos atuais (especialmente Castañeda), ao lado de informes acadêmicos e ainda de elementos originais. Tudo isto faz parte de um quadro cultural de integração e de renovação, expresso nas profecias de muitos povos e dos próprios toltecas, antigos e modernos.
Nossa primeira intenção, é oferecer um compêndio didático, sem pretender substituir as fontes, mas facilitando o acesso a elas, e até complementá-las na medida do possível, podendo ser usado também como um manual de xamanismo telúrico e cósmico (conforme as suas duas grandes divisões); fornecendo também suficiente informação histórica para embasar as novas propostas.
Nisto, as menções às antigas mitologias nahuas e, eventualmente, aos símbolos de outras culturas, servem para ilustrar os princípios tradicionais e confirmar o treinamento tolteca, sem pretender abarcar toda a possível gama de correspondências e analogias existentes entre, os Sete Raios da Consciência e as “transformações de Quetzalcóatl”, por exemplo, ou entre as energias elementais e os “vários Tezcatlipocas”.
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Do Prefácio da obra "A Mariposa de Fogo", Luís A. W. Salvi.

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O Espelho de Obsidiana


Editorial Agartha, 2008, 328 p., R$ 44,00
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Com a presente obra, pretendemos lançar as bases para uma nova e verdadeira reforma da tradição tolteca e extremo ocidental, após demonstrar nos volumes anteriores a dinâmica dos ciclos culturais americanos.
Esta necessidade se impõe pela própria época em que vivemos, na qual todas as linhagens se estão esgotando. As correntes realmente sábias compreendem que tudo tem um limite no tempo, mas também que o passado serve de base para o futuro, através da renovação das coisas. Por isto, determinam elos proféticos a partir destas bases, que permitem a renovação e a integração do passado.
A tradição tolteca, em muitas de suas vertentes, tem mani-festado esta sabedoria. As profecias que dominavam a Meso-América à época do Descobrimento, são bem conhecidas: aguardava-se o regresso de Quetzalcóatl, o grande deus e senhor tolteca. Seu cumprimento estaria, porém, no bojo de um complexo desenvolvimento cultural de âmbito universal. Por isto, estas profecias devem ser completadas hoje por preparações mais recentes, no momento em que todos estes ciclos e suas predições se cumprem.
Já tratamos das grandes civilizações de Quetzalcóatl em sua própria época. Agora, vamos avaliar as recentes preparações toltecas trazidas através de Carlos Castañeda, para finalmente discorrer sobre as novas coisas e seu advento.
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Do Prefácio da obra "O Espelho de Obsidiana", Luís A. W. Salvi.

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Decretos de Agarthi


Editorial Agartha, 2009, 380 p., $ 50,00
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Centro da Ordem suprema e coração absoluto do Mundo, AGHARTTI é um nome tradicional no Oriente, relacionado ao Centro Polar hiperbóreo, significando literalmente “invisível”, “imperceptível” ou “oculto”.
“Hiperbórea” é a região boreal mítica associada ao governo oculto do Planeta, o Pólo original de cultura e Civilização planetária e de onde são irradiados os conhecimentos primordiais acerca das realidades fundamentais das causas, meios e propósitos da existência humana. Cada grande civilização a denominou a seu gosto: é a Aztlan dos astecas e a Azgard dos nórdicos, é a Tula dos toltecas e a Thulé dos gregos e esquimós, é a Shamballa dos hindús e tibetanos e a ‘Shweta Dwipa’ dos indianos – ou seja: a “Ilha Branca”, comportando um duplo simbolismo central: o caráter de isolamento (“ilha”) e a cor primordial (branca). Tais mitos confundem-se nesta instância com aqueles relativos às Montanhas Sagradas dos povos, identificadas ao pólo axial da Terra: é o Monte Meru, o Ararat, o Sinai, o Kailas e muitos outros.
Representam centros associados então à figura imperial do rei do Mundo, cuja denominação é universal é comum a todos os povos: Manu (inca e hindu), Mina ou Menés (egípcio), Minos (gregos e cretenses), Manw ( celta ), Manhú (guarani ), Manes (etrusco, aruak), Mannus (germânico), E-Manu-el (hebraico), Mani (maia e persa), Imãn (muçulmano), Manuk (ou Manco, quéchua), etc: todas relativas ao poder criador da mente (‘man’ em sânscrito ) do homem (‘man’ em inglês). É, invariavelmente, o Protótipo racial e o gerador das energias psíquicas que abastecem a um dado ciclo de evolução humana.
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Do Prefácio da obra "Decretos de Agarthi", Luís A. W. Salvi

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Vaikuntha - o Paraíso astrológico


Editorial Agartha, 2010, 236 p., R$ 36,00
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Esta obra trata da Unidade e da Universalidade das Profecias. Vaikuntha é um famoso mito da cultura indiana, relacionado ao paraíso de Vishnu, o “Cristo cósmico” hindu, capaz não obstante de se desdobrar em paraíso celeste (mito) e paraíso terrestre (profecia). Mas é também o nome de u’a manifestação especial desta divindade, resultando tudo numa realidade rica, complexa de multidimensionada. Vaikuntha é, antes de tudo, o paraíso de Vishnu e o auspicioso ambiente do nascimento de seus avatares, os quais refletem as virtudes universais daquele paraíso. Assim, neste formoso mito-profecia, temos a perfeita unidade entre o microcosmo divino e o macrocosmo cósmico, fertilizando ainda a realidade do mesocosmo racial.
Apesar de ser oriundo da Índia, Vishnu e seus avatares não são necessariamente indianos (ou hindus, como prova o fato de Buda haver sido incluído “oficialmente” entre eles): tais Encarnações divinas pontificam o Cronograma cósmico da evolução humana, e tal como abrangem a circularidade do tempo, também preenchem a totalidade do espaço. Muitas destas Encarnações se perdem na bruma dos tempos e outras ainda não aconteceram (faltando apenas uma, na verdade, o Kalki Avatar, cujos signos avatáricos evocam os do Apocalipse). As mais conhecidas e registradas são as mais recentes, como Buda, Krishna e Rama. Alvos de epopéias como o Mahabharata e o Ramayana, estes avatares estariam mais ligados ao atual ciclo racial de evolução que teria direta ligação com a Índia, e por extensão com a Eurásia.
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Do Prefácio da obra “Vaikuntha - o Paraíso astrológico", Luís A. W. Salvi.

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O Paraíso é um lugar entre o céu e a terra


Editorial Agartha, 2010, 272 p., R$ 38,00
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O grande propósito desta obra, é tentar antever certas tendências que virão ao mundo quando a humanidade pretender regressar para uma forma sadia e equilibrada de vida, coisa que não deverá tardar considerando as crises e as ameaças que já pairam sobre todo o planeta. Afinal, todos os grandes calendários mundiais antigos, elaborados sobre a experiência de longos milênios de observação, costumam mesmo anunciar a chegada das Idades de Ouro, após atravessada uma grande crise civilizatória.
Naturalmente, se procurará de início a cura como é de hábito, ou seja, em atitudes contrárias àquelas que remeteram à doença. Isto até poderá ajudar num primeiro momento, porém, nisto também se pode cair em novo engodo, suscitando resistências e dificuldades. A verdadeira meta deve ser a da harmonia, e apenas através disto é que se pode, ato seguinte, preservar a saúde. Assim, esta é uma obra que fala do equilíbrio, acima de tudo, porque a Idade de Ouro, mais que dominada pela “espiritualidade”, representa na verdade o justo equilíbrio das coisas. Bem observadas, as instituições destas “sociedades sagradas” se caracterizam pelo universalismo, o holismo e a unidade.
Nisto, teremos a oportunidade de rever a importância universal da Ecologia, e ao mesmo também o papel fundamental da Hierarquia, agora que rumamos, a partir de 2012 em especial, para a manifestação de uma nova raça-raiz, começando por suas Idades mais nobres que são as Idades de Ouro e de Prata, também conhecidas como sendo as famosas épocas em que “os deuses andam entre os homens”.
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Do Prefácio da obra "O Paraíso é um lugar entre o céu e a terra", Luís A. W. Salvi.

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Vivendo o tempo das profecias


Agartha, 2010, 276 p., R$ 36,00
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Em pouco mais de quatro meses, pelo menos 17 grandes terremotos foram registrados ao redor do mundo em 2010. Até que com a ativação do vulcão da Islândia, tudo isto deu uma significativa amainada, confirmando a teoria da conjunção destes fenômenos.
Vulcões e terremotos sempre caminharam juntos, como parte de um só processo. Segundo os antigos maias, o “Quinto Mundo” (ciclo de 5,2 mil anos) que termina em 2012, acabará com fogo e terremotos. E não será a primeira vez que Gaia -a “Terra Viva”- regula a temperatura da sua superfície através da ativação de um poderoso vulcão.
O quadro é eloquente, pois, para sinalizar o “começo das dores”, servindo de aviso para aquilo que poderá acontecer com o planeta, caso sinais como estes não forem observados -como infelizmente é da tendência humana fazer, acarretando em crises cada vez maiores até produzir um cataclismo cósmico. O ciclo de 3,5 anos é especialmente observado no Apocalipse para a finalização dos tempos.
Todavia, esta obra não se destina a enfatizar o caos que o próprio ser humano vem fomentando, e sim aquilo tudo que isto também sinaliza, que são as respostas que as forças espirituais vêm manifestando na Terra, como parte do seu Plano de salvação. Ou seja, a organização de uma Arca redentora, agora que os Fins dos Tempos têm realmente chegado, sinalizando também o amadurecimento da Revelação e a decisiva semeadura das Novas Coisas. Quem viver, verá.
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Do Prefácio da obra "Vivendo o tempo das profecias", Luís A. W. Salvi.

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