domingo, 22 de fevereiro de 2009

OS CRONOCRATORES E A CONSTRUÇÃO DA HISTÓRIA

(208 páginas, Editorial Agartha, A P, 2008, R$ 32,00)

Talvez não existam nos registros do universo astrológico, parâmetros mais precisos para avaliar os pormenores dos ciclos sócio-civilizatórios, do que aqueles trazidos pelos chamados cronocratores, antiga técnica grega usada até o final da Idade Média, pela qual seria possível medir desde os detalhes da formação dos ciclos sociais, até os períodos civilizatórios médios (os milênios), isto é, aqueles também vinculados às classes sociais.
O processo completo envolve, a bem da verdade, ascensão e descenso cultural, ou construção e desconstrução (outra palavra moderna).
O Brasil é um país que se presta perfeitamente à aplicação plena dos ciclos cronocratores, em todos os seus níveis, com desdobramentos excepcionais (e contudo, clássicos), na medida em que temos não apenas no tempo uma evolução social, mas também no espaço a sua organização regional. E aqui entra, de fato, a dupla simbologia dos planetas Júpiter (água, tempo) e Saturno (terra, espaço).
Dado o peculiar caráter espaço-temporal dos cronocratores, cabe dizer que esta obra vem preencher uma importante lacuna no campo da Geosofia ou da geografia sagrada, a exemplo de vários outros trabalhos no setor que temos já desenvolvido e divulgado; resgatando assim aquela dimensão espacial –e também, através disto, social– comumente negligenciada pela astrologia moderna. Além de conferir uma linguagem de síntese capaz de reunir elementos acadêmicos respeitáveis, com doutrinas tradicionais ou antigas.

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