segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

O RAMO DE ACÁCIA - Ensaios Neo-Maçônicos

(144 páginas, SUNA, SP, 1999, R$ 24,00)
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O ramo de Acácia é um dos símbolos mais importantes da Maçonaria, e aponta também diretamente para a sua problemática atual. Pertence basicamente à lenda de Hiram conforme é apresentada no terceiro grau grau, o de Mestre, e também no quarto grau, o de Mestre Secreto. Trata-se do simbolo maçônico da iniciação por excelência. Mais precisamente, corresponde ao dom da ressurreição, na forma do broto que nasce do túmulo do Mestre morto, como a Árvore da Vida...
A acácia era a árvore cuja madeira aromática era comumente empregada na construção dos templos e seus acessórios. Com a morte do Mestre-construtor no Templo de Salomão ou numa caverna, efetuada pelos três "maus companheiros", seu túmulo foi demarcado com um ramo de acácia.
Isto simboliza ao fato de que o Mestre é também a verdadeira essência do Templo e de suas coisas. De modo que o crescimento do ramo da acácia também sinalizaria o retorno desta realidade ao ambito maçônico, ou seja, a Iniciação real, perdida com a morte de Hiram, e substituída então pelo espírito "especulativo" dos Companheiros.
No entanto, temos procurado demonstrar o verdadeiro sentido de "operativo" e "especulativo" no que se refere aos trabalhos maçônicos, seus âmbitos e limites. Percebe-se então que a Iniciação real representa a melhor forma de incluir ambas as esferas, de forma harmônica e sábia. Prova disto pretendemos dar agora através de alguns trabalhos embasados sobre critérios tradicionais de disposição templar, hierarquia ritual e análise semiótica, geralmente buscando uma adaptação às condições gerais da Nova Era, voltada para o Hemisfério Sul e para o Ocidente como é sabido.

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